domingo, 28 de setembro de 2008

Ira! [o Girassol]

Eu tento me erguer às próprias custas
E caio sempre nos seus braços
Pobre diabo é o que sou...
Um girassol sem sol
Um navio sem direção
Apenas a lembrança do seu sermão...
Você é meu sol
Um metro e sessenta e cinco de sol
E quase o ano inteiro os dias foram noites
Noites para mim...
Meu sorriso se foi
Minha canção também
Eu jrei por Deus não morrer por amor
E continuar a viver...
Como eu sou um girassol
Você é meu sol...
Eu tento me erguer às próprias custas
E caio sempre nos seus braços
Pobre diabo é o que sou...

Um girassol sem sol
Um navio sem direção
Apenas a lembrança do seu sermão...
Morro de amor
E vivo por aí
Nenhum santo tem pena de mim...
Sou agora
Um frágil cristal
Um pobre diabo
Que não sabe esquecer
Como eu sou um girassol
Você é meu sol...

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